Resultado do Acróstico nº29 [arquivo 2010/2011]


 Os LIRA enviaram...
A barata que canta,
de Diana S. Lira, Nelson Lira e Nuno Lira.

Era uma vez um actor que era uma barata
e que usava uma bela gravata.

Nos seus espectáculos gostava de cantar
e também de muito rimar.

Todas as pessoas gostavam de o ouvir cantar
porque cantava músicas de encantar.

No seu último espectáculo decidiu fazer uma acrobacia
e no fim toda a gente se ria.

Gata, Pata, Bata e Barata,
de Ana Lira, Filipe Lira, Ricardo Lira e Vítor Lira.

Barata, barata, barata…
Na sua capoeira
tinha uma bela pata.

Pata, pata, pata…
Com um actor
enfeitaram uma bela bata.

Bata, bata, bata…
O último a usar
será uma gata.

Gata, gata, gata…
Barata, barata, barata…
Pata, pata, pata…
Bata, bata, bata…

O sonho da barata,
de André Lira, Filipa F. Lira e Luís Lira.

Era uma vez uma barata
que tinha o sonho de ser pirata.

Para ser pirata
tinha de se ter uma fragata.

Mas o verdadeiro sonho da barata
era ser actor pirata.

Ela foi-se candidatar
e o seu sonho conseguiu realizar.

Apesar de ser o último pirata
não lhe impediu de viver numa fragata.

Lengalenga sem sentido,
de João Lira, Maria Lira, Raquel Lira e Rodrigo Lira.

Barata, barata, barata…
Queria ser um actor.

Actor, actor, actor…
Não tinha jeito nenhum.

Jeito, jeito, jeito…
Ninguém o tem.

Tem, tem, tem…
Tenho um filme.

Filme, filme, filme…
É de terror.

Terror, terror, terror…
É o último actor.

Resultados do Acróstico nº19 [arquivo 2010/2011]


Os ACORDEÃO e os CONTRABAIXO enviaram…
A zebra aos quadrados…
Numa manhã ventosa, uma zebra rara apareceu nas ruas da cidade de Lisboa. Esta zebra fugiu do zoo de Lisboa, porque lhe davam pouca comida. Era uma zebra rara uma vez que tinha um grande tamanho e quadrados em vez de riscas.
Perdida na cidade, foi visitar o Aqueduto das Águas Livres, foi a Belém e foi ao Mosteiros dos Jerónimos. Mas o que ela realmente gostou foi de andar no Elevador da Glória que, como era muito usado, estava sempre a encravar. Sem medo ela estava sempre a pular! As pessoas que ali passavam, ficavam espantadas e pensavam:
- Amanhã quero cá voltar!






Os LIRA enviaram...
Duas zebras apaixonadas,
de Alexandre Lira, Beatriz Lira e Francisco Lira.

Era uma vez uma zebra rara que tinha duas cabeças pretas, um corpo vermelho, tinha cinco patas azuis escuras e duas caudas amarelas.
Um dia de manhã, teve uma cria do tamanho de um macaco que também era estranho, tinha cabeça com as riscas vermelhas e pretas e o resto do corpo todo branco. Passado algum tempo a cria já era grande e já tinha usado a sua chupeta.
Entretanto apareceu uma zebra menina que era bonita e beijoqueira.
A zebra menino como gostava dela, começaram a namorar.
Decidiram ir dar um passeio pelo riacho mas, de repente, disse a zebra menina:
-Estou a encravar a minha pata numa pedra por causa de uma ventosa.
-Vamos já resolver isso. – disse a zebra menino.
Sem medo de a aleijar, arrancou-lhe a ventosa do pé e salvou-a.
-Obrigada e até amanhã. – disse ela.
-Até amanhã. – disse ele.
Pozinhos de perlimpimpim a nossa história chegou ao fim.

O anedotista,
de Ana Lira, Isai Lira e Ricardo Lira.

Era uma vez um caracol que trabalhava numa empresa onde inventavam e contavam cúmulos, anedotas e adivinhas.
Estava a trabalhar e inventou a adivinha da zebra rara:
“Sabes qual é o animal mais velho do mundo? R: É a zebra, pois ainda é a preto e branco!”
Estava em risco de, amanhã, ficar sem emprego pois estava a ficar sem ideias.
Nisto teve uma bela ideia de um cúmulo:
“Qual é o cúmulo da claridade?
Uma pessoa branca, vestida de branco dentro de um monte de algodão a comer um suspiro!”
Foi para casa. O seu carro estava a andar lindamente quando começou a encravar. Abriu o capô do carro e viu que estava sem gasolina. Como estava mesmo ao lado da praia foi para a beira das rochas. Nisto uma ventosa de um polvo morto tocou-lhe na perna.
Na manhã seguinte, foi de novo para o seu trabalho.
Inventou um cúmulo, uma adivinha e uma anedota:
Adivinha: “Qual é coisa qual é ela que toda a gente consegue abrir mas ninguém consegue fechar?” R: O ovo.
Cúmulo: “Sabem qual é o cúmulo da lentidão?
Ver uma corrida de caracóis em câmara lenta!”
Anedota: “Imagina que estás num deserto cercado e tens uma laranja na mão o que fazias com ela? Comias? Eu não. Abria a laranja tirava a vitamina, da vitamina tirava a mina e atirava-a. A mina causava um terramoto, do terramoto tirava a moto e ia-me embora.”
No fim do trabalho foi para casa e recebeu uma encomenda de um relógio muito usado de tamanho grande. Esse relógio trazia uma carta que dizia:
“Parabéns! Vais ser o homem mais famoso da empresa de anedotas, de cúmulos e de adivinhas!”

Os BANJO enviaram...
A visita ao Jardim Zoológico,
de Eduardo Banjo.

O João está ansioso, porque amanhã vai visitar o jardim zoológico.
O seu animal preferido é a zebra, pois confunde-se quando a vê, não percebe se ela é branca às riscas pretas, ou preta às riscas brancas. Por isso, Não conseguia fazer a visita sem se enervar.
Alguns animais têm um tamanho gigante, outros são bem pequenos, e alguns têm uma beleza rara.
Nesse dia, ele tinha ficado espantado quando viu um gorila entrar na toca e ficar encravado. O tratador puxou-o com uma ventosa para ele se libertar. Para refrescar o gorila, foi usado um regador.
O João gostou muito da visita e perguntou à mãe quando repetiam, ele ficou contente por saber que voltava no próximo mês. 


O livro de aventuras,
de Joana Banjo. 

 Numa noite ventosa e chuvosa o João sem sono nenhum lera o seu livro de aventuras! O livro falava numa bela zebra que vivia num zoológico. Ela tinha um tamanho grande e bonito, um pelo sedoso e uns olhos transparentes como a água que bebera há pouco tempo. Ela era uma zebra muito rara porque viera de um país longínquo. Depois de ver este fabuloso livro teve sono e pouco tempo depois adormeceu. Ele sabia que amanhã seria um dia fabuloso porque iria fazer uma visita de estudo e por isso teria de descansar.
De manhã, ele levantou-se e foi tomar o pequeno – almoço.
Quando chegou à escola entrou no autocarro com ar usado. A meio do caminho estava uma grande pedra a encravar o trajecto.


O pensamento da Daniela,
de Débora Banjo.

Era uma vez, uma menina que tinha olhos da cor do mar, cabelos ruivos, a cara um pouco rosada e chamava-se Daniela.
Ela, nunca pensava no dia de hoje, para ela só havia o dia de amanhã.
Era muito ansiosa, e dizia assim à sua querida mãe:
- Mamã, amanhã vai ser um dia lindo, com uma tarde ventosa! – dizia ela com o nariz colado à janela.
Mas um dia, sem se aperceber pareceu-lhe que a sua mente se estava a encravar.
Ela dizia que devia ter descansado muito a sua mente, porque ela queria pensar no futuro e só via uma zebra colorida.
A mãe respondia que era o tamanho da sua mente que estava a diminuir. Mas a Daniela começava a rir-se e dizia que o que ela tinha era uma doença muito, mas mesmo muito rara.
A mãe que já estava cansada, levou-a ao médico e receitou-lhe um comprimido que nunca foi usado antes. E, nesse mesmo instante, ela já não via uma zebra colorida, mas sim o dia de hoje. Por isso, teve que deixar esses comprimidos, senão começavam a ser um abuso.


Uma zebra rara,
de Sandra Banjo.

No bosque das cerejas, todos os animais eram felizes com as suas cores variadas, menos a zebra Mimi que tinha uma só cor, a branca. Ela era um pouco gorducha, por isso todos riam-se dela, mas ela não lhes ligava.
Ela só tinha um amigo, o Jojo, que era a sua própria sombra. Numa manhã ventosa, os ventos que lá apareciam riam-se dela, a dizer que ela era a zebra mais rara do mundo.
Nesse mesmo dia disse ao Jojo:
- Amanhã de manhã cedinho, quero que tu sem falta, descubras o tamanho do campo vermelho e me digas.
Foi nesse momento que ela encontrou uma carta da mãe a dizer:
”Querida filha, eu, tua mãe, tenho um segredo sobre ti para te contar. Sabes que tu és branca, mas tu não és branca de nascença. A tua cor é assim porque um senhor distraído deixou cair uma lata de tinta em cima de ti.” Depois de ler a carta já estava com a barriga a roncar e foi merendar. A seguir, estava com vontade de arrumar a casa mas ficou encravada na porta, tanto puxou que quando conseguiu sair notou algo estranho. Olhou para o espelho e viu que se tornou uma zebra verdadeira. Quando saiu, desta vez pelas traseiras, viu passar um estilista que tinha usado um fato igual ao dela.

Resultados do Acróstico nº16 [arquivo 2010/2011]



Os ALAÚDE enviaram…
Que grande lição!
Era uma vez um menino chamado António, que tinha 7 anos.
Num belo final de tarde, ele resolveu ir navegar no seu barco, para o mar. Estavam vários rapazes a fazer surf. Como era bem-educado, cumprimentou-os a todos e convidou-os para uma festa que ele ia fazer no seu jardim.
Durante a festa, jogaram voleibol e um dos rapazes partiu um vidro. A mãe do António ficou aborrecida e disse-lhe:
- Vais ter de pagar o vidro porque tens de aprender a lição!
A mãe do rapaz pagou o vidro com uma parte do seu ordenado.
A mãe castigou-o e ele ficou sem jogos durante 4 semanas. Que grande lição!

Os CONTRABAIXO enviaram…
O navegador…,
de Tiago Contrabaixo.
Um rapaz chamado António estava a passar a lição da escola. No intervalo os rapazes perguntaram-lhe se ele queria jogar futebol. Mas o António não sabia jogar futebol e também não queria ficar a vê-los jogar. No entanto, também não queria ouvir os colegas dizer que ele não sabia jogar. Então foi jogar. O Bernardo faz um grande passe, mas depois ele falhou a bola e caiu no chão. O talento dele não era aquele. Ele imaginou montes de coisas, que podiam ser o seu talento. Até que imaginou ser navegador para navegar mar a dentro.
Quando saiu da escola foi para casa e no caminho passou por um jardim. No jardim fez um barco de areia. Ele no barco de areia imaginou ser um grande navegador.
Quando tinha 50 anos ele assinou um contrato de navegador. Passados alguns meses ele quis subir o seu ordenado.

Sílvia Contrabaixo
Era uma vez um rapaz chamado António que estava a pensar na sua lição da escola sobre “navegar” e sobre que ordenados deveriam receber os navegadores.
Até que pensou:
- Os rapazes grandes recebem ordenado, vou brincar no jardim aos jardineiros para também receber ordenado!


Os PIANO enviaram…
O Sonho,
de Rafael Piano e João Piano
Era uma vez um menino chamado António. Ele era pobre, muito pobre.
Um dia encontrou uma senhora rica que lhe pediu para conduzir o seu navio. Ele aceitou, gostou muito de navegar e ganhava 1550 euros por mês de ordenado.
De repente acordou no meio do jardim e reparou que aquilo era tudo um sonho.
Mas o pior era que já estava atrasado para a lição. E reparou que havia rapazes à sua espera.


Alexandre Piano
Era uma vez o António que estava sentando no jardim, ele olhava para uns rapazes que estavam a ter uma lição para aprender a navegar. Se eles conseguissem, iam ter uma boa profissão e ganhar um bom ordenado.

Leonor Piano e Bruno Piano
Um rapaz foi ordenado para construir um jardim para o António.
Numa tarde, o rapaz, farto de trabalhar dia e noite, pegou no barco e começou a navegar.
O António quis ir andar de barco e não pode.
Assim, o António aprendeu a lição:
Não obrigar os rapazes a trabalhar demasiado.

João Miguel Piano, Inês Piano e Dulce Piano
Era uma vez um rapaz chamado António, que foi ao jardim, entretanto viu rapazes a jogar à bola e quis ir jogar com eles. Quando lá chegou viu que estavam a ter uma lição de remates à baliza. Como estavam a ter a lição foi-se embora.
Quando chegou a casa a mãe disse-lhe:
- António, o pai ganhou 1000 euros de ordenado e vamos viajar pelo Oceano Atlântico até à Madeira.
- Que bom! Estou muito contente pelo pai e por irmos viajar, obrigado aos dois.

Miguel Piano
Era uma vez uns rapazes que iam navegar para a china. Eles tinham a primeira lição e, quando chegaram à china, receberam um ordenado de mil euros.
Para descansar foram ver um jardim que era muito lindo. Um deles, o António, estava maravilhado.

Maria Piano e Marisa Piano
Era uma vez um rapaz, chamado António, que trabalhava num jardim.
O seu ordenado era muito baixo e não chegava. Então foi ter com o seu patrão e disse-lhe:
- O meu ordenado é baixo.
- Mas para o aumentar tem de ir para outra empresa, no estrangeiro.
E ele assim fez.
Os rapazes que trabalhavam na nova empresa eram muito simpáticos e ensinaram-lhe a lição.


Os TROMBONE enviaram...
No Jardim
Sentado no jardim
O Sr. António lia o jornal,
Vendo como as coisas iam mal
Por esse Mundo sem fim.

Entretanto, os rapazes chegaram
Estudada a lição,
Em que toda a manhã trabalharam,
Procuravam uma distracção.

Sobre o Sol moderado
O Sr. António lia e os rapazes brincavam.
Todos relaxavam
Naquele espaço limpo e ordenado.

Os ponteiros no relógio continuavam a andar
Os minutos no tempo a navegar
Os narizes já sentiam certos odores
Aproximava-se o momento dos sabores.

Os ACORDEÃO enviaram…
O António e a Constança,
de Vera Acordeão.
Era uma vez uma senhora chamada Constança que tinha um cão chamado António. O cão António gostava de ir ao jardim com a Constança.
Certo dia, a Constança estava a levar o António ao jardim quando dois rapazes tentam roubar-lhe o cãozinho.
Nessa altura a Constança disse:
- Parem seus estúpidos! Se não param vou à polícia e aprendem logo a lição!
Os rapazes fugiram e o António e a Constança foram para casa.
Quando chegou a casa viu que tinha o seu ordenado na caixa do correio e por isso foi levantá-lo aos correios.
Até que chegou finalmente a casa muito cansada por isso foi logo dormir. No seu sonho estava a navegar com o seu cãozinho fofinho.

Os LIRA enviaram…
A lição dos rapazes,
de Diana S. Lira, Maria Lira e Ricardo Lira.
Era uma vez um menino
que cantava um hino.
Estava a navegar
quando viu o António a nadar.

Foram os dois conversar
quando ouviram uns rapazes a gritar.
Foram os dois espreitar
para ver o que se estava a passar.

Eles estavam-se a afundar
porque um cão puxava-os para o mar.
Os rapazes aprenderam uma grande lição
e nunca mais brincaram com o cão.

Foram para casa para o seu jardim
e de repente começou a cheirar a jasmim.
Para terminar foram ver se já tinha chegado
o tão esperado ordenado.

Disparate, Disparate,
de Diana F. Lira, Eduardo Lira e Luís Lira.
Jardim, jardim, jardim…
No jardim estão
rapazes.

Rapazes, rapazes, rapazes…
Um deles chama-se
António.

António, António, António…
Aprendeu uma grande
lição.

Lição, lição, lição…
É conjugar o verbo
navegar.

Navegar, navegar, navegar…
Fez um disparate mas foi apanhado
e ficou sem ordenado!

O ordenado perdido,
de Carolina Lira, Nelson Lira e Nuno Lira.
Era uma vez um homem que se chamava António. Levantava-se cedo para ir buscar o jornal à sua caixa de correio.
Um dia, quando estava a ir buscar o jornal, reparou que havia um ordenado caído no chão.
Foi à polícia perguntar se alguém se tinha queixado da falta de um ordenado.
A polícia avisou a população do ordenado que tinha sido encontrado num jardim e descobriu que pertencia a uns rapazes da ilha.
O António não esperou mais e foi a navegar em direcção da ilha entregar o ordenado aos rapazes.
O António aprendeu uma grande lição porque reparou que tinha ajudado pessoas a ganharem o seu ordenado.
E foi assim a história do António.

A lição dos três rapazes,
de André Lira, Beatriz Lira e Raquel Lira.
Certo dia, um rapaz chamado António passeava perto de um jardim onde estavam três rapazes chamados “Os Reis da Cidade”, eles eram maldosos. António avistou-os e escondeu-se atrás de uma árvore.
A sua mãe que estava a passar por ali, acabada de receber o ordenado, viu e perguntou:
- Por que é que te estás a esconder, filho?
- Porque, mãe, olha aqueles rapazes são muito traquinas! – respondeu ele.
- Temos de lhes dar uma lição! – exclamou a mãe.
Como era dia de Carnaval, eles os dois disfarçaram-se de ladrões e assustaram “Os Reis da Cidade”. Eles fugiram a navegar para a ilha da Madeira.
- Conseguimoooos! – exclamaram os dois em conjunto.
Todas as pessoas que ali estavam aplaudiram dizendo:
- Vivaaaaaa!
A mãe do António foi declarada rainha e o António príncipe.
Perlimpimpim a nossa história chegou ao fim!

Vamos rimar,
de Filipe Lira, Francisco Lira e João Lira.
Ó meu amigo o que se passa contigo?
Levei uma lição do meu cão.
No meu jardim estava um avião a olhar para mim.
Estava a navegar quando olhei para o mar.
Oh! O meu ordenado voou pela janela do autocarro.
O meu tio António parece que viu o demónio!
Oh que asneira, três rapazes a roubarem uma carteira!

A letra A,
de Alexandre Lira, Ana Lira, Isai Lira e Rodrigo Lira.“Cuidado!! Não me rasgues!
Não estou pintado de preto mas sim de rosa.
Sou frágil como uma prosa.
Estou na lição.
Estou no pão.
Vou navegar pelo jardim,
num barco sem fim.
Estou sempre ordenado por ordem alfabética.
Estou no grupo dos rapazes mas…
Ups! Sou rapariga.” – contou o António mascarado de …
…A

Resultados do Acróstico nº13 [arquivo 2010/2011]


Os TROMBONE enviaram…
Um dia na praia,
de André Trombone.
No Domingo passado estava um lindo dia de calor muito convidativo a uma banhoca. Então, fui com os meus pais passar o dia à praia.
Uma vez na praia estendemos as toalhas, abrimos o guarda-sol e sentamo-nos a observar o mar.
A minha mãe disse-me para ir brincar e eu peguei no balde e fui à procura de conchas.
Uma concha aqui, outra ali e rapidamente enchi o balde. De repente, quando estava distraído a reparar nas conchas, uma onda mais forte apanhou-me, até parecia que me ia engolir.
Fiquei todo molhado e fui para a toalha deitar-me ao Sol para me secar. A minha mãe nem adivinha o que me aconteceu!


O mar,
de Patrícia Trombone.
O mar tem coisas maravilhosas que podemos observar quando estamos junto dele.
A concha que tenho no meu quarto apanhei quando fui de férias no ano passado com os meus pais e o meu irmão.
Numa tarde quente dei por mim a observar a água salgada do mar e qual não foi o meu espanto quando vi, ao longe, um peixe grande a engolir peixes mais pequenos.
Depois de falar no sucedido com a minha mãe e de reparar que vários peixes grandes se juntavam para apanhar os pequenos, percebi que estes estavam com fome e que o único alimento que tinham no meio do oceano eram estes pequenos peixes indefesos.
A minha mãe, para me distrair, contou-me uma adivinha: “Qual é coisa, qual é ela, que é pescada duas vezes?”.
Como não respondi ela disse-me que era o peixe pescada. E desatamos as duas a rir às gargalhadas…


Uma tarde na praia,
de Margarida P. Trombone.
Numa tarde de Sol eu e os meus amigos fomos à praia.
Fui para o mar e de repente, sem eu reparar, veio uma onda tão grande que me fez engolir alguma água.
Depois do banho demos um passeio à beira-mar e eu apanhei uma concha muito gira para oferecer à minha mãe que faz colecção.
Quando cheguei a casa fui ao quarto da minha irmã e disse-lhe:
− Adivinha o que tenho aqui no bolso para dar à mãe?
E não é que ela adivinhou!!!


A concha que comia areia,
de Margarida B. Trombone.
Certo dia, numa praia não pude deixar de reparar numa menina. Esta, em infantil brincadeira, metia areia dentro de uma concha, como se a estivesse a fazer engolir areia.
Enquanto brincava, a menina tentava inventar uma adivinha para a sua mãe. A mãe sorria para a sua filha e divertia-se com a sua simplicidade e inocência.


Os LIRA enviaram…
Uma adivinha que veio do mar.
Uma adivinha vamos contar.
Ela tem jeito para rimar.

Se reparar…
No fundo do mar a vai encontrar.

Já estão a adivinhar?
É a concha do mar.

Se na concha pegar,
cuidado que ela pode abrir.

Não te assustes
foge antes de ela te engolir.





Os CONTRABAIXO enviaram…
O André,
de Deise Contrabaixo.
Era uma vez um rapaz que se chamava André.
Um dia o André foi à praia com os pais.
Certa altura, o André viu uma concha e foi brincar com ela. De repente a concha saltou para dentro da boca do André.
O André ao engolir a concha disse:
-Mãe, eu não consigo tirar a concha!
A mãe levou o André ao hospital. O médico foi reparar o problema do André.
Ele cheio de alegria disse para à mãe:
-Mãe, mãe adivinha: qual é a coisa qual é ela que parece uma caixa?

O perigo ao pé do mar,
de Duarte Contrabaixo.
Num dia de sol um menino chamado Diego estava a brincar ao pé das ondas do mar na praia. De repente ele caiu nas ondas e começou a afogar-se, só que ele conseguiu agarrar-se a uma grande concha que estava ao seu lado e saiu das ondas. O seu amigo disse:
- Vou-te fazer uma advinha: Quantos litros de água tiveste que engolir até saíres da água?
- Não sei, só sei que para a próxima tenho que reparar mais no que estou a fazer! – respondeu o Diego.
Vitória, vitória acabou-se a história!

A Joana descobriu…,
de Sílvia Contrabaixo.
Era uma vez uma menina chamada Jéssica. A Jéssica tinha uma amiga chamada Joana.
A Joana adorava adivinhas e um dia perguntou à Jéssica:
- Queres ouvir uma adivinha?
- Sim! - respondeu a Jéssica.
- Então aqui vai: Qual é coisa qual é ela cai no chão fica amarela?
E a Joana disse:
- É a gema do ovo!
A Jéssica não podia deixar de reparar que a concha que estava a brilhar no chão era de ouro, e chamou a Joana.
-Joana anda ver o que encontrei!
A Joana até teve de engolir um pouco de saliva e disse:
- Jéssica a concha é de ouro!
-Eu sei! - disse a Jéssica.
A mãe da Joana e a mãe da Jéssica chamaram-nas para elas irem para casa, de forma a não apanharem uma gripe. Quando chegaram disseram as duas ao mesmo tempo:
- Estamos ricas!

A aventura com a concha,
de Yulyia Contrabaixo.
Era uma vez uma menina e um menino. O menino chamava-se Manuel e a menina chamava-se Mariana. Um dia eles foram à praia com os pais.
A Mariana e o Manuel foram fazer um castelo de areia. Depois o Manuel foi procurar conchas e pedras. A certa altura o Manuel tropeçou numa concha muito bonita e caiu, quase que ia engolindo a areia.
A Mariana disse:
-Estás bem?
-Sim, acho que estou! -disse o Manuel.
Eles foram brincar e depois foram procurar conchas e pedras.
Apareceu um menino que queria ser amigo do Manuel e da Mariana. A Mariana perguntou:
-Olá! Queres brincar? Como te chamas?
-Eu chamo-me André! – disse ele.
-Queres fazer um castelo de areia connosco? -disse a Mariana.
E ele respondeu:
-Sim. Quero! -disse o André.
-Nós temos de reparar nas pedras e conchas mais bonitas. – disse a Mariana.
E o Manuel disse:
-Eu tropecei numa concha muito bonita!
Eles foram buscá-la e a Mariana disse:
-Adivinha com ela é! Não só podemos fazer um castelo de areia com ela como também podemos fazer um colar!
Quando foram todos para casa a Mariana levou a concha para fazer um colar.


...



Os ACORDEÃO enviaram…
A concha valiosa,
de Herick Acordeão.
Era uma vez um menino chamado Tiago que vivia numa casa ao pé da praia. Um dia ele foi à praia com o primo. Eles brincaram muito à bola, mergulharam e correram. O primo do Tiago ficou na água e o Tiago na areia até que de repente encontrou uma concha muito gira. O Tiago guardou-a.
No dia seguinte, o primo dele viu-o e disse:
- UAU! Tiago nem acredito que tens essa concha!
- O que tem? - disse o Tiago.
- Não viste, vá adivinha só!? - disse o primo dele.
- Adivinha o quê? - disse o Tiago.
- Tu podes ficar rico! Olha eu mostro-te. Este diamante é muito valioso! - disse o primo do Tiago.
- Ai sim, então vou mostrar aos meus pais, vamos lá! - disse o Tiago.
O Tiago, entusiasmado, quando foi jantar estava sempre a engolir em seco, porque ele queria mostrar aos pais o diamante.
Depois lá foi ele mostrar:
- Olhem o que eu tenho mãe! - disse o Tiago.
- O quê? Essa concha? - disse a mãe dele .
- Não estás a reparar que tem um diamante aqui dentro! - disse o Tiago.
E assim a mãe dele viu, junto com o pai, o diamante brilhando ao sol. E só de imaginarem o dinheirão que podiam ganhar com aquilo, disseram todos juntos:
- Estamos ricos finalmente!
E assim viveram felizes para sempre!

Um menino e uma menina,
de Francisco Acordeão.
Certo dia um menino e uma menina foram brincar num parque e de repente viram um menino a engolir uma concha.
A menina disse para o menino uma adivinha:
- Qual e coisa qual é ela que anda para cima e para baixo?!
E o menino disse:
- É o elevador.
Depois o menino reparou que a menina tinha uma camisola às bolinhas.
E depois foram para casa.
Assim, acabou-se esta história!

A Sereia chamada Sílvia,
de Joana Acordeão.
Era uma vez um menino que não tinha amigos e vivia ao lado do mar, numa casa pequena, branca, com uma varanda e duas janelas.
O menino, que se chamava Pedro, ia todos os dias à beira mar, porque os únicos amigos que ele tinha eram os peixes e os pássaros.
Um dia quando estava deitado ao sol em cima de uma toalha ouviu um barulho estranho dentro de água, levantou-se olhou tudo à sua volta e também para o mar! Enquanto estava a reparar no mar viu uma linda sereia que trazia uma concha na mão e o Pedro perguntou:
- Quem és tu? E o que trazes na mão?
E a sereia respondeu:
-Eu chamo-me Sílvia, vivo no mar e venho-te entregar uma coisa, e que tal se adivinhares? Adivinha!
-Mmm, uma advinha, não sei! - disse o Pedro.
-Eu digo, é uma linda concha do mar e é para ti.
-Obrigado!
E o Pedro disse:
-Já que não podes sair de água, podes mostrar-me um mergulho que sabes fazer muito bem?
-Está bem! - disse a sereia Sílvia.
Ela mergulhou e quando voltou disse que tinha de engolir bastante água para ficar sem energia.

A Susana,
de Vera Acordeão.
Era uma vez uma menina chamada Susana que estava a falar com a Gracinda e a Teresa.
A Gracinda e a Teresa dizem:
- Temos de ir embora! Xau!
- Eu levo-as à porta – disse a Susana.
Quando elas foram embora a Susana foi passear para a rua. De repente ela encontrou uma concha que dizia:
- Adivinha: Qual…
E o resto estava apagado.
A Susana foi para casa a correr. Quando chegou a casa disse à mãe:
- Mãe, hoje encontrei uma concha que tinha uma adivinha: “Qual…”. E não dizia mais nada!
- Está bem, mas agora vamos almoçar! – disse a mãe.
A Susana estava a comer a massa e estava a engolir tudo de uma vez. Sem querer, a Susana espirrou e tinha a massa na boca. A massa saiu pelo nariz e a mãe disse:
- Não sabes pôr a mão à frente! Agora tenho a tua massa no meu prato!
- Desculpa mãe!
A Susana acabou de comer e foi logo para a casa de banho lavar a concha, e foi reparar no que não estava bem na concha. Depois foi dormir com a sua concha!

A Concha com uma adivinha,
de Vimal Acordeão.
Era uma vez um rei chamado D. Fernando.
Ele foi a uma praia e encontrou uma grande concha. Lá estava escrita uma advinha, mas o rei não leu. De seguida, viu um homem que estava reparar uma ponte rachada.
Certo dia o rei D. Fernando foi visitar outros reis e disse que havia uma concha grande e que na concha estava escrita uma advinha. Os reis foram à praia e viram que D. Fernando lhes disse a verdade e eles leram a advinha:
-Qual é coisa, qual é ela que tem um vértice e tem uma base?
-É o cone – disse o D. Fernando.
D. Fernando tinha aprendido isto nos tempos anteriores. Ele ficou contente por ser um rei que sabia Matemática.

Os CRAVO enviaram...
O menino e a concha,
de Clara Cravo e Lara Cravo.
Numa manhã de muito calor um menino estava a passear na praia quando reparou que estava uma concha na areia. Pegou nela e levou-a para casa.
Ao chegar a casa o menino fez uma adivinha à mãe:
– Mãe, o que é que eu trago aqui?
A mãe ficou confusa e respondeu:
– Não sei! - respondeu a mãe, encolhendo os ombros.
– Anda, vem ajudar-me na cozinha. - disse a mãe.
Durante o almoço, quando estava a engolir a sua comida, um som vindo da panela fê-lo reparar que a concha estava desesperada a gritar:
– Socorro! Socorro!
E de imediato o menino tirou a concha da panela e foi pô-la novamente no mar.

Resultados do Acróstico nº11 [arquivo 2010/2011]


Os LIRA enviaram…
A Aventura do Zero,
de Rodrigo Lira e Vitor Lira.
Era uma vez um Zero que vivia numa sala de aula.
Ele estava farto de viver ali na parede sem fazer nada. Um dia, depois de os alunos saírem, saltou da parede. Quando chegou lá fora voou.
Deu por si na savana onde havia zebras, escondeu-se debaixo de uma rocha e esperou, de repente ouviu:
- Socorro, socorro!
Era uma zebra que se tinha aleijado. Foi logo ajudá-la, fez-lhe algumas perguntas e levou-a a casa. Quando lá chegou, a mãe da zebra disse logo:
- O que aconteceu?!
- A tua filha caiu e magoou-se – respondeu o Zero.
A mãe zebra ofereceu uma sopa de ovo assim que viu que o Zero estava sem forças.
Ao anoitecer, a zebra contou ao Zero um segredo; elas, as zebras, eram agentes secretos e convidaram o Zero a descer pelo elevador.
O Zero ficou espantado e quis ficar logo membro.
Felizmente ainda havia uma vaga e aproveitou-a.
E foi assim que o Zero deixou aquela sala cheia de pó e começou uma vida nova.

Uma cidade perdida,
de Nuno Lira e Isai Lira.
Era uma vez uma Zebra recém-nascida. Essa Zebra era muito fofinha, com olhos cor do mar.
Um dia, a Zebra estava a passear com a mãe, nisto encontraram um ovo em cima de uma grande rocha. Levaram o ovo para sua casa e esperaram que o ovo rebentasse e o pássaro saísse.
Passados vinte anos, a Zebra, como era muito aventureira, levou o pássaro com ela para uma cidade abandonada. Entraram para um prédio e começaram a viver lá. Ela viu um elevador e tentou andar nele mas como era muito grande não coube.
Mesmo assim ela, todos os dias, ia buscar comida e água.
E viveram sempre assim felizes com a sua vida.

O Ano Novo,
de Eduardo Lira, Filipe Lira e Francisco Lira.
Uma zebra vaidosa
é muito apetitosa.
Ela foi de elevador
que até libertou o odor.

A galinha pôs o ovo
no Ano Novo.
E o senhor Rocha
acendeu uma tocha.

A zebra chique,
de Carolina Lira, Diana S. Lira e Diana F. Lira.
Era uma vez uma zebra chique que gostava de andar de elevador.
Um dia, a zebra ia num elevador e viu uma loja chamada “Quem quer estar na moda venha aqui”. Ela quis entrar e viu uns magníficos sapatos feitos de ovo.
A zebra gostou imenso dos sapatos e, ainda por cima, eram de salto alto. Naquela loja viu também um vestido, uma mala, um batom vermelho e umas cuecas.
Comprou isso tudo para ir ter com o seu namorado que estava sentado num banco feito de rocha em frente a um rio.
Quando chegou a linda noite de luar, foram os dois passear e depois foram a um belo restaurante jantar.
Lá, nesse restaurante, o seu namorado pediu-a em casamento e ela aceitou.
Finalmente, chegou o grande dia, os dois, de mão dada, entraram na igreja.
No fim, todas as zebras desejaram-lhes felicidades e viveram felizes para sempre.

Uma lenga-lenga de animais,
de Ana Lira, Beatriz Lira e Maria Lira.
Zebra, zebra, zebra…
Era uma zebra esquisita.
Chocando o ovo de uma avestruz
encontrou-se com uma mosquita.

Mosquita, mosquita, mosquita…
Era uma mosquita pequena.
Sentada num elevador
encontrou-se com uma hiena.

Hiena, hiena, hiena…
Era uma hiena herbívora.
Encostada a uma rocha na praia
encontrou-se com uma víbora.

Víbora, víbora, víbora…
Era uma víbora que cheirava a chulé.
Pendurada numa folha
encontrou-se com um chimpanzé.

Chimpanzé, chimpanzé, chimpanzé…
Era o único a dizer: perda.
Todos estes animais
eram um zero à esquerda.

A ida ao Jardim Zoológico,
de Alexandre Lira, Filipe Lira e João Lira.
Era uma vez um menino chamado Rocha. Ele gostava de ir com a mãe ao Jardim Zoológico.
O primeiro animal que ele viu foi uma zebra. Como já era quase meio-dia, foram ao café comprar duas bolas de berlim para entreter o estômago.
Ligaram para o táxi para os ir buscar.
Chegaram ao prédio e meteram-se no elevador, chegaram à porta de casa e abriram-na.
A mãe do Rocha foi para a cozinha, cozinhar carne com massa. Depois de comerem foram à loja comprar sumos, arroz, massa, leite e doze ovos.
Chegados novamente a casa, encontraram um ovo ao pé da porta de casa. Foram para a cozinha cozinhar dois ovos para comemorar.

Os Piano enviaram…
Alexandre Piano e Rafael Piano.
Era uma vez uma zebra chamada Lassie, que foi criada por um menino que vivia num prédio com um elevador. Esse menino chamava-se Cláudio.
Um dia levou-a ao Zoo e deixou-a em cima de uma rocha. Ela viu um ovo. O Cláudio foi ao pé dela e agarrou o ovo e levou-o para casa. Foi para o quarto, e de dentro do ovo nasceu uma avestruz.

Inês Piano, Beatriz Piano e Dulce Piano.
Era uma vez um menino que se chamava Rodrigo, que estava no elevador. Saiu do elevador, encontrou a mãe e a mãe disse-lhe:
- Vamos ao Jardim Zoológico Rodrigo!
Já no Jardim Zoológico viram uma zebra deitada numa rocha.
O Rodrigo perguntou à mãe:
- Ó mãe eu acho muito estranho a zebra estar deitada na rocha.
-Pois é Rodrigo, mas se ali está é porque se está a sentir bem.
Seguiram em frente e viram uma galinha e o Rodrigo perguntou à mãe:
-Ó mãe, eu acho muito estranho estar uma galinha no Jardim Zoológico.
-Pois é mas se ali está é porque se está a sentir bem.
-Olha mãe a galinha tem ali um ovo, será que ela vai ter um pintainho?
-Se calhar sim, mas agora vamos para casa.

João Piano e Miguel Piano.
Era uma vez uma zebra muito atrapalhada.
Um dia foi para a cidade e entrou num prédio com elevador e entrou nele.
Saiu do elevador e entrou numa casa.
Essa casa era de um cientista que estava a estudar um ovo, e a zebra foi pô-lo numa rocha.
Nesse mesmo sítio nasceu um pássaro muito esquisito.

Tiago Piano e João Miguel Piano.
Era uma vez um homem chamado João que estava a andar de elevador. Ele estava com pressa para ir para casa, pois tinha de ir cuidar da sua zebra. Então foi para casa. Quando lá chegou deu comida à zebra. A zebra estava a olhar para uma rocha, a rocha tinha um ovo lá em cima.
O João foi apanhar o ovo e quando o tinha na mão saiu de lá um pássaro.

A zebra,
de Maria Piano e Leonor Piano.
Era uma vez uma zebra chamada Riscas que foi à praia e queria chegar a uma rocha muito alta, mas tinha de andar de elevador.
Ela tinha muito medo de andar de elevador e pôs-se a comer um ovo de avestruz para se acalmar. Ela entrou no elevador e de repente o elevador começou a andar. O ovo caiu para o mar.
Ela agarrou-se a uma senhora e a senhora acalmou-a.
Assim ela perdeu o medo.

A Zebra,
de Bruno Piano e Marisa Piano.
Um dia uma zebra da selva veio à cidade.
Entrou por um prédio e, assustando todas as pessoas, foi andando até encontrar uma senhora a entrar para um elevador. Então decidiu assustar a senhora e ir para dentro do elevador. Chegou ao primeiro andar. Depois desceu as escadas a correr e foi para uma quinta onde viu muitos animais. Olhou para o galinheiro e viu muitas galinhas que, assustadas, começaram a voar e a fazer barulho e então viu uma coisa estranha. Era um ovo. O dono da quinta enxutou a zebra com um pau. Com medo fugiu para cima de uma rocha e foi então que viu que estava rodeada de rochas.


Os ACORDEÃO enviaram…
A Zebra e o Ovo,
de Joana Acordeão.
Era uma vez uma grande Zebra que se chamava Elsa e adorava andar de elevador.
Um dia estava a dar um passeio quando uma coisa caiu no chão.
A Zebra não sabia o que era, passou uma pessoa e ela disse:
-Desculpe mas sabe o que é esta coisa redonda?
-Sei sim minha querida Zebra! É um grande e bonito ovo.
-Obrigada e adeus!
-Adeus querida Zebra!
A Zebra pegou no ovo e seguiu o seu passeio. Quando estava cansada sentou-se numa grande rocha descansou 1 ou 2 minutos e observou o ovo com muita atenção.
Quando chegou a casa mostrou o ovo aos pais e os pais disseram que era muito bonito o ovo da Páscoa e que podia ficar com ele.


Os CONTRABAIXO enviaram…
A Zebra do zoo,
de Tiago Contrabaixo.
Há muito, muito tempo havia um zoo, mas que agora está fechado.
Existia lá uma Zebra muito engraçada, o zoo estava sempre cheio de gente.
Nessa altura, a Zebra disse para um macaco:
-Há aqui tanta gente!
O macaco disse:
- Há sempre menos ao domingo.
Um camaleão estava na rocha e disse:
-Eu não gosto que as pessoas me venham ver.
No dia seguinte, a Zebra acordou quando uma ave deixou cair um ovo. A Zebra ficou chateada e foi lavar a cara. Nesse momento, viu uma grande fila de pessoas para entrar no elevador do zoo. As pessoas queriam comprar bilhetes para o aniversário do zoo.
No dia seguinte, acordou muito cedo para preparar o aniversário do zoo.
À noite estavam a comer uma pizza e a beber uma bebida e a recordar o grande dia que passaram.


Os BANJO enviaram...
A zebra engraçada,
de Eliana Banjo.
O Bruno acordou, de manhã, com muita vontade de ir ao jardim zoológico. Bebeu o leite, comeu uma torrada e foi com a mãe para o carro. Pelo caminho viu muitos animais.
Quando chegaram ao jardim zoológico deixaram o carro no parque. Subiram de elevador que ia dar aos animais. Subir de elevador era uma coisa que o Bruno gostava. Quando chegou, à parte dos animais, viu uma zebra que era engraçada.
Cada vez que o Bruno dava um passo, ela também dava. Chegou a hora do almoço, a mãe e o Bruno foram comer uma sandes com ovo e beber um sumo.
Depressa a maravilhosa tarde do Bruno acabou. Chegaram a casa e ele sentou-se numa rocha a desenhar uma zebra porque tinha gostado muito daquela que tinha visto!

A zebra fugitiva,
de Andreia Banjo.
Certo dia, no jardim zoológico, tinha chegado uma linda zebra branca e preta. Só que um dos maiores problemas é que ela conseguia soltar-se da jaula e ia comer os ovos das cobras. Como estavam sempre a resmungar com a pobre zebra, ela um dia decidiu fugir. Mas ela pensava:
- Como é que eu vou fugir de um jardim zoológico tão bem protegido?
Pensou, pensou até que se lembrou do elevador, mas ela era tão pesada, que decidiu ir pelas escadas. Lá fora estava muita gente e então ela teve de correr para não ser vista. Quando já estava longe sentou-se numa rocha cinzenta para descansar.

A zebra gentil,
de Gonçalo Banjo.
Um dia, do jardim zoológico de Lisboa, fugiu uma zebra. Ela correu até à estação do metro. Desceu as escadas porque era pesada demais para entrar num elevador. Quando chegou lá a baixo, entrou no metro e saiu na paragem seguinte. Subiu as escadas e viu que estava num jardim. Resolveu descansar à sombra de uma grande rocha. Olhou para o chão e lá estava um ninho com um ovo. Como era gentil, pegou no ninho e colocou-o em segurança em cima de um arbusto.

A zebra vaidosa,
de Mariana Banjo.
Era uma vez uma zebra toda catita. Essa zebra andava sempre muito vaidosa e sempre muito bem arranjada. Um dia passou por ela um rapazinho que se chamava Pedro, e lhe disse:
- Que vaidosa que andas!
A zebra levou a mal e deu-lhe com um ovo de plástico.
Passado um dia ao entrar num elevador, a zebra encontrou-se com o mesmo rapazinho. E então ele disse-lhe:
- Nunca vi uma zebra a andar num elevador.
E a zebra virou costas e foi-se embora. Mas ao ir pelo caminho tropeçou numa rocha. E foi assim que deixou de ser vaidosa e ficou a ser amiga de todos.

Pedro no jardim zoológico,
de Daniela Banjo.
Era uma vez um rapaz chamado Pedro. Ele era um rapaz muito simpático e bem-educado. Um dia estava a estrelar um ovo, quando a mãe lhe perguntou se queria ir ao jardim zoológico visitar os animais. Ele disse que sim. Quando chegaram lá, o Pedro começou por ver as girafas e depois decidiu ir ver as zebras. Ao olhar para elas viu uma zebra muito bonita. Ele adorou-a e foi pedir à mãe se a podia levar para casa.
A mãe disse que não e ele ficou muito triste.
Mais tarde, quando já tinham visto todos os animais foram para casa. Como morava num prédio muito alto teve de subir de elevador.
No dia seguinte, lembrou-se da zebra que tinha visto no jardim zoológico e para se animar sentou-se numa rocha a apreciar a paisagem.


Os TAMBORIM enviaram...
A confusão no Hotel,
de Alexandra Tamborim.
Era uma vez quatro colegas que viviam num grande hotel de cinco estrelas chamado ”O Melhor Dos Melhores”. Eles eram muito travessos. Um dia um desses colegas começou por atirar um ovo estrelado aos pais. Outro dos quatro colegas fechou o tio, a tia, os primos e os avós no elevador. Outro foi ao Jardim Zoológico e levou uma zebra para o hotel, o que assustou muito os seus pais e irmãos. O último dos colegas foi passar uma tarde à praia, pegou numa rocha e atirou com ela para os vidros do hotel.

David Tamborim
Era uma vez um menino chamado Sandro que tinha muito medo de zebras.
Um dia, ele e a sua mãe, foram ao supermercado e compraram ovos, para fazer um bolo.
Nesse mesmo dia, uma zebra tinha fugido do zoo e estava à porta do supermercado. O Sandro, quando ia a sair, viu a zebra e desatou a fugir, deixando cair os ovos. Apenas se partiu um ovo . O Sandro ficou triste, mas a sua mãe animou-o dizendo que ainda tinha ovos para o bolo e que as zebras não fazem mal a ninguém.
Sandro regressou a casa mais calmo e, com sua mãe, fez um delicioso bolo, que saborearam ao jantar.

…
Era uma vez uma Zebra que vivia numa rocha.
Certo dia a Zebra foi até à casa do leão e disse-lhe:
- Estou farta de estar naquela rocha.
- Sei um sitio onde podes viver.
- Onde?
- Ali, num elevador ali ao fundo, vamos.
Nesse elevador ela encontrou um ovo de prata e finalmente foi feliz.

Os TAMBORIM enviaram...
Era uma vez…
Era uma vez uma Zebra que vivia perto de uma linda rocha, onde se estendia para descansar ou subia ao cimo, para observar melhor a natureza. Para subir a rocha não precisava de elevador, porque as suas patas não a deixavam ficar mal. Num instante a conduziam ao topo, parecendo a rainha do seu território.
Certo dia, a Zebra foi até à casa do leão e este disse-lhe:
- Estou farto de viver aqui.
- Sei de um sitio onde podes viver melhor.
- Onde?
- No meu território há grandes esconderijos e bonitas rochas para viveres. Vem comigo.
E seguiram viagem conversando como dois grandes amigos.
De repente, diz o leão:
- O que é isto? Parecem ovos!
- E são… respondeu a Zebra. São ovos de cobra. Nunca tinhas visto?
- Não, para mim é uma grande surpresa.
- E terás muitas mais surpresas…Por aqui tudo parece diferente e mais belo!
E continuaram a caminhada muito felizes!...

Resultados do Acróstico nº4 [arquivo 2009/2010]


Os POLEGARZINHA enviaram...
Um som melodioso…Quando estávamos na aula de Música, em que o som era melodioso e animado, deparamo-nos com um problema sério.
Um homem muito estranho, tinha abandonado uma seringa no recreio da nossa escola. Assustamo-nos e entramos logo em acção. Os professores acharam que era, sem dúvida, a ocasião de os meninos se prevenirem destas situações.
Os PRÍNCIPE ENCANTADO enviaram...
A festa de anos do pai da MariaMaria era uma menina que adorava Música.
Certo dia, o pai da Maria fazia anos e como era uma ocasião muito especial ela convidou todos os amigos e familiares do seu pai para lhe fazer uma festa surpresa. Quando o pai chegou havia música com um som muito suave.
O pai da Maria ficou espantado com tudo o que eles lhe tinham feito.
- Pensava que se tinham esquecido do meu aniversário! – dizia ele.
- Claro que nunca nos íamos esquecer do teu aniversário – disseram todos em coro e depois começaram a cantar os parabéns.
No final houve jogos para todos os gostos mas o jogo preferido da Maria era o das enfermeiras onde havia: seringas, termómetros, tesouras, …
O pai da Maria adorou a festa e disse que foi a melhor prenda que já tivera na sua vida.

Os HISTÓRIA DA CAROCHINHA enviaram...
O Nico e o Inverno,
de Ângela Carochinha
Era uma vez um menino chamado Nico.
Nico vivia no alto das montanhas.
Lá no alto das montanhas fazia sempre muito frio.
Já tinha chegado o Inverno.
No dia seguinte, Nico tinha de ir tomar a vacina ao Posto Médico. Quando viu a seringa ficou cheio de medo.
Passado uma semana ele teve uma festa surpresa.
Na festa surpresa havia muita diversão: música, cantores e palhaços.
Foi para ele uma ocasião muito especial porque principalmente estavam lá todos os amigos e familiares dele.


Os CASINHA DE CHOCOLATE enviaram...
Era uma vez um médico com uma seringa e era uma grande ocasião porque a sua mãe estava adoentada, tinha uma doença muito rara ele chegou a casa e conseguiu curá-la e começou a ouvir música.


Os CEGONHA E A RAPOSA enviaram…Os amigos no Verão,
de Nicole Cegonha
Um dia por ocasião do Verão convidei os meus amigos para ir a minha casa.
Brincámos aos músicos, eu toquei flauta, o meu amigo Pedro tocou viola e o outro amigo Lucas, pauzinhos. Era uma música tão linda!
Mas o Pedro magoou-se no braço. Foi ao hospital e teve de levar uma pica com a seringa.
Mas o Pedro magoou-se no braço. Foi ao hospital e teve de levar uma pica com a seringa.
Passado três dias o Pedro já podia ir para casa, ficamos todos felizes.

Os GIGANTE EGOÍSTA enviaram...
Henrique Gigante
Certo dia um rapaz foi a uma festa. E na festa havia alto som e muita música. Nessa festa tinha uma seringa de fazer farturas. Durante a festa o rapaz teve a ocasião de ir andar de carrossel e carros de choque. E ele depois de andar de carros de choque quis ir embora, porque estava muito cansado.

Os PÁSSARO AZUL enviaram...
Francisca no Parque,
de Jéssica Pássaro Azul
Era uma vez uma menina chamada Francisca.
Um dia foi brincar para o parque e nessa ocasião encontrou uma seringa no chão. Como nunca tinha visto uma, pegou nela e foi logo perguntar à mãe o que era aquilo.
- Mãe o que é isto?
A mãe disse:
- Isso é uma seringa! Onde é que a encontraste?
- Encontrei-a no parque…no chão…estava perto dos baloiços! Respondeu-lhe Francisca.
- Não se mexe em coisas que não são tuas e que não conheces. Principalmente seringas! Podem ter drogas ou doenças!! Disse-lhe a mãe.
Francisca foi para o seu quarto ouvir música, mas antes lavou muito bem as mãos!



Os CIGARRA E A FORMIGA enviaram...
João Cigarra
Era uma vez um cão doente que tinha de ir ao veterinário. Quando lá chegou para levar uma seringa com o medicamento ladrou assim:
- Quem quer vir para aqui? E fugiu.
O dono do cão perguntou: Onde é que está o cão? E o doutor respondeu:
- Pode ter ido para a rua.
A dona do cão, furiosa disse:
- Ó doutor, não me dê música, nesta ocasião é preciso procurar bem. Passado algum tempo lá encontraram o cão.

Os FUZIL enviaram...
O Diogo vai ao supermercado,
de Inês Fuzil
Num dia de sol, a mãe disse ao Diogo:
- Diogo, preciso que vás ao supermercado comprar um quilo de peras para a ocasião que vamos ter cá em casa.
O Diogo lá seguiu o seu caminho. Mas enquanto caminhava, ouviu um maravilhoso som. Foi lá espreitar e viu uma banda de música que tocava lindamente.
Mas ele olhou para a parede e viu uma seringa. Cheio de medo, e pensando que era verdadeira, deu um grito. Tão alto, mas tão alto, que os convidados ficaram muito assustados.
Ele cheio de medo, fugiu.
Depois voltou para casa e a mãe perguntou:
- Onde estão as peras?
- Esqueci-me… - disse o Diogo.
- Cabeça no de alho podre! Eu vou lá. – disse a mãe.
- Não, não, eu próprio vou lá.
E assim fez. Quando voltou já trazia as peras.
- Muito bem! Já aprendeste a não ser esquecido!
- Obrigado, mãe.
E assim acaba a história.